O biométricas transforma sua base de sinistro em diagnósticos e mapeia as trajetórias clínicas, sem prontuário e sem CID. Só o padrão de consumo revela quem precisa de atenção.
Quatro números que se conectam: como mapeamos → quem isso alcança → quanto já dá para ver → onde priorizar.
A operadora já tem os dados. O que faltava era a inteligência para transformar sinistro em diagnósticos, de forma transparente, replicável e auditável. Números reais da base real analisada · motor v1.2, corte 0,50.
Cada grupo clínico é identificado a partir dos procedimentos realizados: o diagnóstico definido pelo padrão de consumo, sem depender de CID. Um mesmo beneficiário pode aparecer em mais de um grupo.
Dados reais da carteira analisada. O custo detectado é o sinistro dos procedimentos que originaram cada diagnóstico: a base auditável do que vem a seguir.
Cada diagnóstico é detectado por alguns procedimentos, mas o beneficiário consome muito além deles. O multiplicador mostra quanto de custo total está associado a cada real gasto nos procedimentos que originaram o diagnóstico.
O custo integrado considera todo o consumo do beneficiário identificado, não apenas do grupo; um mesmo beneficiário pode compor o integrado de mais de um grupo.
Beneficiários que reaparecem em 2 ou mais trimestres têm condição ativa e contínua: base objetiva para gestão de crônicos. Episódico = presente em apenas um trimestre.
| Grupo clínico | Q1 2024 | Q2 2024 | Q3 2024 | Q4 2024 | Episódico | Crônico | % Crônico | CI Acum. | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| F · Saúde Mental | 845 | 414 | 537 | 659 | 863 | 636 | 42% | R$ 1,8M | |
| M · Osteomuscular | 1.889 | 808 | 1.497 | 1.531 | 3.458 | 996 | 22% | R$ 1,5M | |
| H · Oftalmológico | 432 | 206 | 291 | 359 | 783 | 186 | 19% | R$ 0,9M | |
| N · Geniturinário/Renal | 351 | 204 | 317 | 350 | 790 | 156 | 16% | R$ 3,6M | |
| I · Circulatório | 1.401 | 684 | 1.187 | 1.105 | 3.509 | 390 | 10% | R$ 3,1M | |
| E · Endócrino/Metabólico | 149 | 85 | 155 | 170 | 458 | 47 | 9% | R$ 0,1M | |
| J · Respiratório | 710 | 189 | 275 | 295 | 1.177 | 118 | 9% | R$ 0,4M | |
| C · Oncológico | 303 | 171 | 286 | 277 | 901 | 65 | 7% | R$ 1,0M |
Dos beneficiários que ainda tinham pelo menos um trimestre disponível para reaparecer na base, calculamos a proporção daqueles que não voltaram ao grupo em nenhum período seguinte. O destaque fica para Saúde Mental (F) e Endócrino/Metabólico (E), conforme solicitado pela análise de rede.
Reversão não significa cura; pode indicar alta clínica, conclusão natural de um ciclo de tratamento, baixa frequência de retorno típica do procedimento, troca de operadora ou abandono. É apenas um sinal de saída da janela de detecção, não uma evidência de causa. Saúde Mental (F) apresenta a menor reversão (68,7%) e a maior persistência (31,3% seguem ativos), alinhada à recorrência observada ao longo do ano. Endócrino/Metabólico (E), por outro lado, reverte em 92,5%, o que mostra que o grupo está mais ligado a exames pontuais do que a acompanhamento contínuo nesta base.
Cada trajetória mostra a transição real entre diagnósticos inferidos, com o intervalo mediano entre o primeiro evento de cada grupo. Mede a velocidade histórica da transição e define a janela de intervenção.
Leitura de associação temporal: um grupo frequentemente precede o outro na linha do tempo, o que não implica relação causal.
As trajetórias mostram a transição entre grupos; a trilha revela o percurso dentro de um mesmo grupo, destacando a sequência de procedimentos mais frequente entre beneficiários com o mesmo perfil clínico. Essa leitura orienta a construção de pacotes de negociação com prestadores por linha de cuidado.
Quanto mais grupos clínicos ativos simultaneamente, maior, e de forma desproporcional, o custo do beneficiário. A complexidade do caso, e não o volume de atendimentos, é o critério mais preciso para orientar a priorização do cuidado.
O topo da pirâmide: 29 beneficiários com 4 ou mais condições custa quase 10× mais por pessoa. Poucos casos, muito custo: é isso que a base demonstra, e é por onde começar.
Por trás das estatísticas, existem beneficiários reais. Os casos de maior custo identificados pelo biométricas reúnem múltiplas condições ativas e são apresentados de forma totalmente anonimizada, sem qualquer identificação pessoal.
Escolha a trajetória a simular: os dados reais se ajustam sozinhos. O simulador separa o que sabemos (medido na carteira) do que você estima (premissas ajustáveis).
Os percentuais de redução e o custo evitado são hipóteses de cenário, ajustáveis conforme a política de cuidado da operadora. A base de beneficiários da trajetória selecionada é real; o que varia são as premissas de impacto, que representam estimativas e não resultados observados. A faixa de redução (10–35%) segue referências da literatura de gestão de crônicos e pode ser calibrada de acordo com o contexto clínico e operacional de cada carteira.
Testamos o Biométricas contra procedimentos quase-inequívocos clinicamente (radioterapia, mastectomia, cateterismo cardíaco), checando se o restante do padrão de sinistro do beneficiário, sem olhar para o próprio procedimento, já é suficiente para chegar ao grupo clínico correto.
Metodologia transparente e auditável: onde a validação aponta concordância menor (ex. grupo Renal), a causa já foi investigada e documentada: reflete multimorbidade clínica real em pacientes crônicos, não erro do modelo. Relatório completo de validação disponível sob solicitação.
A análise começa com a exportação padrão da sua base de sinistro. Em poucos dias úteis, você recebe o panorama completo da sua própria população.